- Toque rectal (exame rectal digital): o médico insere um dedo lubrificado dentro do recto, e palpa a próstata, através da parede rectal, para verificar se detecta zonas duras ou granulosas.
- Análise de sangue: as análises utilizam-se para medir as quantidades de determinados marcadores proteicos, como o antigénio específico prostático (PSA), que circula pelo sangue em pequena quantidade. No entanto, os cancros da próstata produzem uma grande quantidade desta proteína, o que se pode detectar facilmente no sangue.
- Ecografia trans-rectal: o médico insere uma sonda no recto, para detectar zonas anómalas.
- Cistoscopia: o médico vê o interior da uretra e da bexiga, através de um tubo fino e iluminado.
- Biópsia: o médico insere uma agulha, através do recto, até à próstata, e remove uma pequena quantidade de tecido.
Tratamento
- Cirurgia: o médico remove toda a próstata ou apenas uma parte.
- Radioterapia:
· Radioterapia externa
· Radioterapia interna - Hormonoterapia: a terapia hormonal impede que as células cancerígenas tenham acesso à testosterona do nosso organismo, das quais necessitam para se desenvolverem. Nesta terapia recorre-se a fármacos que vão impedir a produção desta hormona ou à remoção dos testículos, que são a sua principal fonte.
- Observação: é utilizada quando os riscos e os possíveis efeitos secundários da cirurgia, da radioterapia, ou da hormonoterapia não compensam os possíveis benefícios.

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